quinta-feira, 31 de maio de 2007

Games: Winkawaks 1.46 e Roms de CPS2

Um dos melhores emuladores de Arcade em uma de suas melhores versões (1.46).

Gosto bastante dele, porque ele roda a maioria dos jogos e ainda é bem fácil de configurar.

Ele roda roms dos jogos de Arcade CPS1 (Jogos de Arcade mais antigos),
CPS2(Jogos 2d de Arcade mais atuais) e Neo Geo (Jogos da SNK).

Para rodar os jogos de Neo Geo é necessário adicionar uma BIOS DE NEOGEO na pasta de Roms do Neo Geo(que você pode pegar aqui).

Já aviso que não sou um expert em configurações, apenas descompactei o emulador, adicionei as roms dos jogos nas suas devidas pastas (tem uma pasta para cada tipo de ROM) e fui jogando.

Outra coisa que vale lembrar é que não é necessário descompactar os arquivos das roms, basta salvar elas na sua devida pasta.

Mas caso tenha alguma dúvida, pode perguntar que se souber eu respondo.
Junto vou postar um pacote com as principais ScreenShoots dos jogos.

Esse pacote deve ser descompactado dentro da pasta do Winkawaks, dessa forma as imagens dos jogos aparecem junto da lista deles (igual a figura abaixo).





Winkawaks 1.46






Pra começar, vou postar as principais ROMs de CPS2.

Ou seja, todos os Jogos de Luta dos Super Heróis Marvel!



MAIS ROMS EM BREVE!!!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Homem de Ferro: Extremis

Tony Stark sempre se viu como um piloto de testes do futuro. Mais uma vez, ele depende da tecnologia para salvar sua vida. Entretanto, mesmo que consiga sobreviver à inoculação pelo extremis, ele ainda terá de derrotar o sanguinário sr. Mallen. A grande pergunta é: que espécie de pessoa emergirá dessa transformação? Um novo... Homem de Ferro?


Homem de Ferro: Extremis 01 de 06.cbr


Homem de Ferro: Extremis 02 de 06.cbr


Homem de Ferro: Extremis 03 de 06.cbr


Homem de Ferro: Extremis 04 de 06.cbr


Homem de Ferro: Extremis 05 de 06.cbr


Homem de Ferro: Extremis 06 de 06.cbr

Ultimate Fantastic Four: Prelúdio para Marvel Zombies

É aqui que começa a mais insana das criações da Marvel!!! Seus heróis zumbis comedores de carne!!!


Ultimate Fantastic Four 21.cbr


Ultimate Fantastic Four 22.cbr


Ultimate Fantastic Four 23.cbr

Batman: Cavaleiro das Trevas 2

Ouve um momento em que tudo parecia acabado para a indústria norte-americana de quadrinhos. Era a década de 80 e as coisas não iam bem: personagens pueris, roteiros beirando o ridículo, forte censura interna e nenhuma ousadia. Então, duas obras deixaram tudo de cabeça para baixo: Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons, e Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, que ganha agora sua tão esperada continuação.

Em 1986, Frank Miller terminara seu premiadíssimo trabalho com o Demolidor, e propôes à DC uma reformulação em um dos maiores patrimônios da editora: Batman. O resultado foi um marco na história dos quadrinhos, dando início a uma nova era. As quatro edições originais de O Cavaleiro das Trevas tiveram acabamento de luxo, com qualidade gráfica até então jamais utilizados em HQs de super-heróis. Mas era no conteúdo e na narrativa que Miller realmente dava seu show.

Linguagem cinematográfica, uso de onomatopéias, trama absurdamente criativa, design impressionante e uma abordagem nunca vista deram à minissérie o status de uma das maiores (senão a maior) HQs de todos os tempos. Só que depois de O Cavaleiro das Trevas, Miller brigou com as grandes editoras e se enfronhou em projetos pessoais como sua aclamada Sin City. E é lógico que leitores ficaram rezando e torcendo por uma continuação da série.

Quinze anos se passaram até que as preces fossem atendidas. Está nas bancas de todo o País o primeiro capítulo de O Cavaleiro das Trevas 2. A ação se passa três anos após os acontecimentos da série original. Em um admirável mundo novo, comandado pelos Estados Unidos, Bruce Wayne questiona de que vale tudo isso se não existe liberdade plena.

Disposto a botar tudo abaixo, ele procura os velhos companheiros da Liga da Justiça, que foram retirados de ação pelo Estado. A partir daí, a minissérie ganha em ações eletrizantes. A seqüência de resgate de Eléktron é antológica. E o velho Super-Homem mais uma vez é retratado por Miller como o escoteiro pau-mandado do Tio Sam.

Comparar O Cavaleiro das Trevas 2 com a original é inevitável. As más línguas (como a de Alex Ross, da Marvel) já disseram que o único objetivo de Miller era comprar um novo apartamento. Os comentários são provocados porque não se vê, agora, o vigor estético empregado por Miller 15 anos atrás.

Aqui, seus desenhos não têm o preciosismo do passado, servindo apenas como fio condutor da história. As cores de Lyn Varley (mulher de Miller) também entregam um certo espírito caça-níqueis, uma vez que ela abriu mão de seu exímio domínio de aquarelas para utilizar o famigerado computador. O leitor sentirá falta também de Klaus Janson, o arte-finalista e velho parceiro de Miller.

Mas não vem ao caso se O Cavaleiro das Trevas 2 irá ou não revolucionar como fez a HQ original. O fato é que ele é, desde já, o melhor gibi do ano - ou mesmo o melhor em muitos anos. Afinal, Frank Miller mostra que ainda domina a narrativa e a linguagem dos quadrinhos como ninguém. É hora de colocar esses McFarlanes e Madureiras em seus devidos lugares.



Batman - o cavaleiro das trevas 2 - 1 de 3.cbr


Batman - o cavaleiro das trevas 2 - 2 de 3.cbr


Batman - o cavaleiro das trevas 2 - 3 de 3.cbr

Superman Kal

HQ do Azulão ambientada na era medieval.



LJA: Origens Secretas

Essa Graphic Novel da LJA é FANTÁSTICA!!!!! Qualidade Absurda!!!



Batman: Guerra ao Crime

Ótima Graphic Novel do Alex Ross!


Batman: Guerra ao Crime (Alex Ross).cbr

terça-feira, 29 de maio de 2007

The Flash: Crise de Identidade

HQs muito boas do Flash relacionadas a Crise de Identidade.


The Flash v2 214 - Crise de Identidade.cbr

Aventuras no Universo DC

Essas estórias são bem legais! Assim que eu conseguir os outros números posto aqui.


Aventuras no Universo DC 02: Flash e Mulher-Gato.cbz

Videos Adultos

E agora estreando uma novas sessão no Blog: Videos Adultos. Com essa sessão eu vou publicar vários videos adultos, porém, não irei descrever os videos e nem por imagens, até por que as imagens podem causar certo mal estar entre usuários que entra no blog apenas para baixar quadrinhos e também em respeito as mulheres que sei que também usufruem do blog. Em respeito a todas essas pessoas, irei postar apenas como video 1, video 2 e etc. Mas já aviso de antemão, são videos muito bons. Atendendo a reclamações, estou colocando algo para dizer do que se trata o video.

Video 1 (Facial Whore)

Video 2 (Ninfeta)

Video 3 (No banho)

Video 4 (No quarto)

Video 5 (No banheiro)

Crise nas Infinitas Terras



Conheça a Crise nas Infinitas Terras.

Crise nas Infinitas Terras foi uma maxi-série em doze partes publicada em 1985/1986 com o objetivo de condensar seus multiplos universos em apenas um. Simplificando - CRISE é, sem sombra de dúvidas muito importante para que se possa entender a continuidade do universo DC, como também possivelmente é o mais importante crossover de todos os tempos; além de ser uma MARAVILHOSA história.

Mundos em destruição, o tempo em colapso, lendas morrendo, céus escuros e tudo o que temos direito.

Diversão a toda prova.

De um lado tínhamos os heróis e de outro um elenco de apoio respeitável que imprime veracidade à série, a população, os humanos que morreram e o sem número de heróis do “segundo time” ( e vilões) que se proliferam nas páginas.

Por que a DC entrou em CRISE?

Entre os anos 30 e 50 a companhia que viria a se tornar a DC Comics publicava um grande número de títulos de super-heróis, apresentando personagens como o Super-Homem e o Flash (Jay Garrick); muitos deles eram membros da Sociedade da Justiça da América. Essa época viria a ser conhecida como Era de Ouro. Quando a popularidade dos heróis caiu por volta da década de 40, fazendo com que apenas poucos personagens resistissem, um novo Flash foi apresentado: Barry Allen, inaugurando assim a Era de Prata dos quadrinhos. Barry adotara o título de Flash (II) pois quando criança lera gibis com Jay Garrick, "Flash I". Flash II depois foi um dos membros fundadores da Liga da Justiça da América, ao lado do Super-Homem que ainda estava em circulação. Aí está o problema : Superman esteve ao lado do Flash I e agora lutava ao lado do Flash II. No entanto para o Flash II, Flash I era apenas um personagem de ficção. Esse aspecto foi deixado de lado anos depois numa história-marco chamada “Flash de dois mundos”. Nela, acidentalmente Barry rompia a barreira vibratória que separava dois mundos e era levado a uma Terra alternativa, onde Jay Garrick vivia. A partir daí convencionou-se chamar a Terra da Era de Prata de “Terra Ativa” e a que abrigava os personagens da Era de Ouro de “Terra Paralela”, além de duplicatas de todos os heróis da primeira; assim estava explicada a participação do Super-Homem na Sociedade da Justiça: era um outro Super-Homem, que viria a ser conhecido como Super-Homem I, ou da Terra Paralela.


O tão famoso multiverso; passado, presente e futuro paralelos da DC, tem início dessa forma. No entanto, isso seria apenas o começo: A DC começou a incorporar aos seus domínios outras pequenas editoras e consequentemente outros personagens. Um exemplo clássico é a questão Capitão Marvel. A DC ganhou esse personagem da Fawcett depois de uma longa briga judicial, pois a empresa alegava que ele tinha inúmeras semelhanças com o Super-Homem. Com a briga ganha a DC cria a Terra-S, para abrigar o personagem e todos os seus coadjuvantes.
O caos da continuidade era o paraíso dos argumentistas: heróis de várias épocas e mundos se encontrando, combatendo juntos!! Os fãs adoravam e as vendas aumentavam. Mas depois de quase três décadas o multiverso ficou incontrolável e algo tinha de ser feito, a continuidade da DC estava uma zona, os argumentistas tinham bagunçado as origens de muitos personagens. Enfim, algo tinha de ser feito. Certamente quando Siegel e Shuster criaram o Super-Homem, eles não pensaram no surgimento de um Superboy, da Supermoça, de Krypto, o supercão; as coisas tinham perdido o controle.


Então a DC convoca seus artistas mais conceituados na época, 1985, principalmente pelo trabalho elogiadíssimo com os NovosTitãs, o argumentista Marv Wolfman e o desenhista George Pérez, para darem início a um trabalho digno de todas as homenagens, a reestruturação do universo DC, de onde os principais heróis da editora ressurgiriam em todo o seu esplendor dos áureos tempos, com origens recontadas e tudo o mais. O desafio foi lançado escrever uma história em doze partes, reunindo todos os personagens do universo de quadrinhos DC e que culminaria na destruição do Multiverso e no surgimento de um outro, único e coeso.
É também uma história que nos apresenta muitos novos personagens. O Monitor, um dos personagens chave de CRISE, surgiu originalmente para ser vilão numa história dos Novos Titãs. Ele catalogava as habilidades e fraquezas de heróis e vilões e vendia para criminosos. Surgem ainda: Pária, Precursora, Lady Quark e o jovem Alexander Luthor.


A trama é gigantesca: todos os heróis e vilões são colocados frente a uma terrível ameaça, o Antimonitor, que poderia levar o universo à extinção. Ao final de batalhas épicas, tendo como palco a própria Terra, dimensões espaciais e o próprio momento da criação do universo. O embrião da história surge com Marv Wolfman, partindo do pressuposto básico de reorganização da continuidade da editora. A proposta é lançada e diretores e editores abraçam o projeto. Num primeiro momento o número de heróis que aparece não pode ser facilmente contabilizado; personagens aparecem e desaparecem a cada página e o objetivo principal é impedir a fusão dos universos. À medida em que a estória avança as origens são reveladas, o pano do Antimonitor e tudo culmina na redefinição do universo.
Surge na Aurora dos Tempos um universo unificado, que reúne elementos das várias Terras e acaba por configurar o novo universo DC. Nada havia existido antes de Crise!! É essa afirmação radical que torna possível o reinício das histórias de muitos personagens, como o Super-Homem que foi reformulado por John Byrne; Batman por Frank Miller; e a Mulher-Maravilha por George Pérez.


Crise nas Infintas Terras - 01 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 02 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 03 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 04 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 05 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 06 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 07 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 08 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 09 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 10 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 11 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - 12 de 12.cbr

Crise nas Infintas Terras - Extras.cbr

O Sentinela

Uma série em 4 edições, bem curiosa, ainda mais para quem costuma ler HQs da Marvel.
Nela a Editora Marvel, trás de volta a ativa um dos mais poderosos heróis de seu universo (senão o mais apelão...digo poderoso).
A trama é bem interessante e envolvente, porque o cara era como se fosse um dos icones do Universo Marvel, só que por um motivo misterioso ele foi esquecido por todos.
Supostamente esse personagem foi criado pelo próprio Stan Lee, que é entrevistado durante a história. Essa entrevista é soh conversa pra boi dormir..hehehehe...faz de conta que ele tá falando só a verdade.
Na real a Marvel deve ter inventado esse cara pra ter alguém que possa encarrar o Superman no próximo crossover com a "Distinta Concorrente".

Até porque o Hulk e o Thor já levaram uma sova dele.


Leiam para conhecer este personagem qual é membro dos novos vingadores
(Que vamos postar em breve).

domingo, 27 de maio de 2007

Batman: Ano Três

Acompanhe a origem do Robin original (Dick Grayson), enquanto relembra a morte de seus pais nas vésperas da libetação do criminoso culpado por este ato.
Essa história ocorre após a morte de Jason Todd, em uma época em que batman está mais impiedoso do que nunca. Até o Asa Noturna questiona seus atos.
Uma série muito boa, vale a pena ler e reler.


Veja também: A morte de Robin
Veja também: Batman: Ano Um

A morte de Robin


"A Vingança do Coringa culmina em um dos mais trágicos momentos das Histórias em Quadrinos. " DC COMICS - 1989

Em uma edição histórica, o Coringa seifa a vida do garoto prodigio, levendo Batman a um dos momentos mais sombrios de sua carreira.

Para quem não sabe, o Robin que morre esta edição foi o segundo (Jason Todd).
Ele era um órfão que foi encontrado por Batman enquanto ele estava tentando roubar o Batmóvel.
Assim que foi visto tentando praticar o crime, Jason foi capturado por Batman, que o amarrou e em seguida o levou para a Batcaverna.
Em seguida, Batman descobriu que Jason vivia em uma escola para jovens infratores.
Algumas semanas mais tarde, depois de Asa Noturna e Jason provarem seu valor no combate ao crime ajudando Batman a frustar os planos de uma gangue de ladrões, Bruce ofereceu à Jason o posto de Robin.

O tal do Jason Todd era realmente um porre, merecia mesmo sumir de nossa vista. O que não tira o drama convincente da história, um clásico que merece ser lido. "A Morte do Robin" e "Piada Mortal" (onde a Barbara Gordon/Batgirl fica paraplégica) são fundamentais pra entender porquê o coringa merece o posto de mais odiado e maior inimigo do Batman.

Fato: O destino de Robin foi decidido pelos leitores americanos.
Pelo que já ouvi falar, a DC havia elaborado uma votação via telefone (tipo "Tele Ton") onde os leitores discavam para um dos dois números para votar, SIM ou NÃO. Devido a baixa populariedade do Robin (Jason Todd), não deu outra...bateu as botas!
Só que algum tempo depois surgiu a história que um garoto de 11 anos havia "hackeado" o sistema dos telefones da DC deixando a opção favoravel pela morte do Robin em looping.
Isso lá em 1989.

Coloquei duas opções de download: A edição divida em 5 partes ou então toda a história em um arquivo único. Escolham e aproveitem!


Veja também (antes): Batman: A Piada Mortal

sábado, 26 de maio de 2007

Batman: A Piada Mortal

Se Cavaleiro das Trevas é a obra definitiva do Homem-Morcego, cabe à Piada Mortal fazer a abordagem mais intimista dele.

Todo leitor de HQ que se preze sabe que o Coringa é um psicótico capaz das maiores atrocidades.

Mas o que aconteceria se essa força do mal fosse o resultado de trágicas casualidades?

Tal possibilidade foi colocada pelo roteirista Alan Moore em 1988.

A história da Piada Mortal começa com uma visita do Batman ao asilo Arkham.

O motivo?

Batman deseja uma conversa definitiva com seu pior inimigo, o Coringa, antes que ambos acabem se matando. Só que ele chega tarde.

Nesse ponto a narrativa se desdobra.

Voltamos ao passado para descobrir a origem do Coringa como um comediante desempregado. E como ele abandonou a sanidade em um ÚNICO dia que TUDO deu errado.

Na outra linha narrativa, no presente, o Coringa vai até a casa de James Gordon. Colocando fim na carreira da Batgirl, após cravar uma bala na espinha de Bárbara (fato que marcou os quadrinhos até hoje).

Não se dando por satisfeito, leva o comissário como refém. Nas instalações de um circo abandonado, Gordon é submetido a uma série de torturas cujo único objetivo é enlouquecê-lo.

O ambiente é dantesco, cheio de monstros e personagens de pesadelo.

Ambas narrativas se entrecruzam a cada momento numa das melhores performances que a arte seqüencial já viu.

Um Edição marcante e brutal.




Veja também (antes): Batman: Ano Um
Veja também: Batman: Cavaleiro das Trevas

Batgirl: Ano Um

Acompanhe a origem da Batgirl original(Barbara Gordon) nesta sensassional mini-série.
Muito boa mesmo.

Aproveitem!

Veja também (antes): Batman: Ano Um

Exilados (16-30)

Grandes mudanças no grupo...melhor dizendo: nos grupos.
Mundos ainda mais bizaros, personagens clássicos da Marvel em situações jamais imaginadas.
E muitas aventuras alternativas. E até um encontro com os X-MEN do mundo original!
Aproveitem!


Veja também: Exilados (01-15)